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27.8.08

Censura a todo vapor na terra da liberdade


Faz 13 dias que o site www.novojornal.com.br foi fechado por ordem do Ministério Público Estadual. O Novo Jornal era um site até pouco conhecido, mas que tentava ser uma ilha de independência no jornalismo chapa-branca de Minas Gerais, sendo o único a tocar no assunto do mensalão mineiro, descoberto e abafado quando as investigações saíram do 'boi de piranha' Eduardo Azeredo e chegaram perto do governador virtual carioca de Minas gerais.

O motivo? Calúnia e difamação contra o governo estadual (aquele, do carioca espertalhão Aécio Neves).

Sobre esse absurdo, escreve o vice-presidente da Associação Nacional de Jornais responsável pelo Comitê de Liberdade de Expressão, Júlio César Mesquita, em nota à imprensa, datada de 15 de agosto, protestando "com veemência" contra a decisão daquele juiz:

A censura ao site e a apreensão dos equipamentos se deu em fase inicial de inquérito, antes mesmo de aberto processo judicial, o que é uma forma inédita e preocupante de cerceamento da liberdade de imprensa.

A ANJ reafirma sua grande preocupação, infelizmente assinalada em tantas oportunidades anteriores, com o fato do Poder Judiciário brasileiro agir em desacordo com a Constituição, que proíbe terminantemente a censura e consagra a liberdade de expressão.

A ANJ recomenda ao site "Novo Jornal" que busque os meios legais para reverter essa absurda decisão judicial e deplora tanto a iniciativa do Ministério Público quanto a da Justiça de Minas.


Todo mundo já sabe que ele e Andréa Neves, sua irmã, mandam nos principais 'jornais' de Minas: O Estado de Minas, o Tempo (de propriedade de um tucano, Vittorio Medioli) e o Hoje em Dia.

Agora deu pra monitorar e censurar até publicações pequenas, como este ex-jornal online NovoJornal.

Em 12 anos de usuário e profissional de Internet, nunca tinha visto isso.

Veja o absurdo no registro.br: um site com responsável da entidade, endereço, CNPJ, 'congelado por ordem judicial'.

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domínio: novojornal.com.br
entidade: Nova Opção Ltda
documento: 086.476.181/0001-42
responsável: Marco Aurelio Carone
endereço: Avenida Luíz Paulo Franco, 651, 2P-23
endereço: 30320-570 - Belo Horizonte - MG
país: BR
telefone: (31) 32877223 []
ID entidade: MAC2751
ID admin: PLP3
ID técnico: PLP3
ID cobrança: PLP3
servidor DNS: ns1.novojornal.com.br 200.198.62.27
status DNS: 27/08/2008 TIMEOUT
último AA: 19/08/2008
servidor DNS: ns2.novojornal.com.br 200.198.62.26
status DNS: 27/08/2008 TIMEOUT
último AA: 19/08/2008
criado: 28/10/2005 #2444276
expiração: 28/10/2017
alterado: 21/08/2008
status: congelado por ordem judicial

ID: MAC2751
nome: marco aurelio flores carone
e-mail: ma.carone@yahoo.com.br
criado: 09/03/2005
alterado: 13/11/2007

ID: PLP3
nome: Paulo Leonardo Benício Praxedes
e-mail: praxedes@mp.mg.gov.br
criado: 20/08/1998
alterado: 13/08/2008
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Dominando o estado, essa figura agora parte para o domínio da prefeitura de BH, a 'jóia da coroa', bem-administrada há 16 anos pelo falecido Célio de Castro, Patrus Ananias e pelo falecido moralmente Fernando Pimentel, e cujos eleitores costumam agir com mais esclarecimento que os manipulados por políticos do interior. Imagine esse sujeito na presidência, imagine esse desmando, essa ditadura e essa censura que acontecem em Minas ampliados para o país todo... medo.

Esse Aécio, que tanto orgulha os incautos, é motivo de VERGONHA para Minas Gerais, que se diz o berço da liberdade no Brasil.

Valeu pela notícia, Drews! Precisou um amigo de Brasília mandar a notícia porque aqui em Minas, claro, não saiu nada.

Leia mais em:
O empastelamento do Novo Jornal - Observatório da Imprensa
Tamos com Raiva
Um esqueleto no armário - Observatório da Imprensa

Falta do que fazer + censura

Já que o papo de botequim e elevador nos últimos dias foi malhar o desempenho do Brasil nas Olimpíadas (podemos, devemos e vamos, melhorar, mas foi o melhor de todos os tempos), todo mundo pegando carona nas frases feitas: "Que vergonha, ficar abaixo da Jamaica", etc, sugiro um novo ranking:

"Em quais países civilizados (fora os EUA, cheio de doidos fundamentalistas de todas as matizes) o governo e o judiciário tomam decisões que afetam todos os cidadãos com base em diretrizes de uma religião específica, mesmo o país sendo oficialmente laico"?

Polícia chamar a imprensa pra flagrar pessoas de pijama sendo presas pode.

Desenhar o presidente com orelhas de burro em charges nos principais jornais do Brasil pode.

Mulher pelada usando crucifixo não pode.

Por quê? Por que pode tudo em nome da liberdade de expressão, menos quando 'fere sentimento dos fiéis religiosos"?

É falta do que fazer ou falta de senso de liberdade mesmo?

Ao proibir 'ferir o sentimento dos fiéis', bem explicada no livro 'Deus - Um delírio', de Richard Dawkins, esse juiz (e todos que o acompanham) ferem a nossa inteligência e a nossa liberdade de expressão, de escolha, de ir e vir.

Atraso não é ter menos medalha em Olimpíada, atraso cultural e intelectual é ficar fazendo polêmica, gastando tempo e recursos públicos com esse tipo de decisão idiota, julgando com base em 'sentimentos de fé'.

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Juiz proíbe nova tiragem da 'Playboy' deste mês com polêmica foto de Carol Castro

Plantão | Publicada em 26/08/2008 às 10h55m
O Globo Online

A atriz Carol Castro na polêmica foto na 'Playboy'. Foto Bob Wolfenson/Divulgação

RIO - A polêmica sobre a foto da atriz Carol Castro nua na "Playboy" segurando um terço ainda rende. Nesta segunda-feira, o juiz Oswaldo Freixinho, da 29ª Vara Cível do Rio, proibiu a Editora Abril de mandar para as bancas novas revistas com esta foto específica de Carol Castro, informa a edição desta terça-feira da coluna de Ancelmo Gois em O Globo.

A ação foi pedida em conjunto pelo Instituto Juventude Pela Vida, do Rio e pelo padre Lodi, de Goiás, representados pelos advogados Renato Beneduzi e Ricardo Brajterman.

- A Editora Abril não pode imprimir novas tiragens e nem edições comemorativas com esta foto. Há uma menção ainda para a revista se abster de elementos religiosos em outros ensaios, já que fere sentimentos dos fiéis - explica o advogado Ricardo Brajterman, que no Carnaval ajuizou ação que proibiu a Viradouro de levar à Sapucaí um carro alegórico sobre o Holocausto a pedido da Federação Israelita do Rio.
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24.6.08

Aécio Neves: O dono da voz

Aqui a imprensa não pode criticar o governo. Então vamos ver lá fora o que falam de Minas. Este vídeo está circulando no YouTube com entrevistas, reportagens em jornais famosos, como o Le Monde, e dá uma pequena idéia do que se passa aqui.

Por mais que tentem desmentir, parece que é verdade. Eu mesmo, Tales, já ouvi de um aluno que trabalhava no Estado de Minas que a Andréa Neves está sempre presente na redação fiscalizando a pauta. Também tenho amigos que trabalham em outros veículos que me contam como são as relações com Andréa Neves (quem de fato manda, censura e é dona até de rádio aqui em BH). Muita gente em BH morre de medo dela.

Vejam, por exemplo, a Rádio Jovem Pan BH. Procurando no registro.br por jovempanbh.com.br, encontramos a razão social Rádio Arco-Íris, com o CNPJ 022.731.210/0001-92. Essa razão social pertencia a uma rádio de Betim, adquirida por Andréa Neves (clique aqui e confira rádios suspeitas comandadas por políticos do PSDB/PMDB/PV, da base de sustentação do governo estadual), irmã do governador, que mistura nebulosamente negócios privados de comunicação com a coordenação da comunicação do governo.

"A antiga rádio Arco-Íris, que funcionava no bairro Guarujá, em Betim, antes nas mãos de políticos betinenses, foi vendida já há algum tempo e hoje funciona com a concessão alugada para a rádio Jovem Pan FM 99,1 MHZ. A dona da concessão, entretanto, é a irmã do governador Aécio Neves, Andréa Neves e outra parente; nome da entidade: Rádio Arco-Íris ltda.; cidade: Betim; TS: FM Canal: 256; sócios: (D) Andréa Neves da Cunha e Inês Maria Neves Faria."

Infelizmente a chance dessa ditadura ser desmascarada é zero, porque, inteligentes como são, os Neves controlam a notícia na fonte. Ou é verdade ou existe um complô mundial contra o nosso bondoso governador.



O grande Hagi chamou a atenção para o vídeo abaixo, que tenta desmentir e desqualificar o vídeo acima. Veja e tire suas conclusões. As minhas estão a seguir.



Em primeiro lugar, tentam dizer que saem sim notícias ruins sobre o governo. Ridículo. As notícias 'ruins' são sempre atribuídas a outros: "Assembléia faz isso", "servidores fazem aquilo", ou afirmações genéricas, como "devastação cresce". Mas as positivas são sempre "Governo faz isso", "Aécio faz aquilo". Simples assim

Não justificam o fato de publicarem um anúncio sobre o déficit zero no mesmo dia que o Jornal Nacional anunciou pomposamente o fato. Apenas dizem que "se o governo federal fizesse o mesmo, ninguém ia falar". Isso é justificativa? Dia 23/06 último foi divulgado um índice muito importante para o Brasil, a grande redução da desigualdade entre ricos e pobres. (CORREÇÃO graças à Bia): notícia muito mais relevante, mas não mereceu destaque no Jornal Nacional na mesma proporção que o 'déficit zero' em Minas...

Mas tem coisa absurda neste vídeo de acusação: não discuto os valores, mas o gráfico foi forçado demais. A conversão para dólar também é muito forçada. Sobre os gastos com publicidade e comunicação, o grande problema que todo mundo protesta contra este governo é que ele não precisa de tanta publicidade, já que a imprensa se encarrega disso, ou seja, a publicidade vem travestida de informação.

Sobre os desmentidos, é no mínimo curioso que alguém faça graves alternativas e depois diga "não foi bem assim"... o que será que falaram ou fizeram a estes jornalistas para se arrependerem do que disseram e mudarem de idéia tão radicalmente? Será que, se não fizessem isso, conseguiriam emprego em algum lugar do Brasil? :-)

Por que não falaram que a matéria sobre Aécio no Le Monde foi crítica, com fatos positivos e negativos, mas apenas divulgaram que "Aécio é internacional, tem charme e espontaneidade"?

Sobre os 'jornais' de Minas, basta dizer que o Estado de Minas, do grupo Diários Associados, é um grupo conservador e ligado às oligarquias em todo o Brasil, não só em Minas. O dono de "O Tempo" é Vitório Medioli, deputado pelo... PSDB, o partido do governador... e aí?

Arthur Schopenhauer, em seu livro "A Arte de ter razão" coloca como uma das estratégias para ganher um debate tentar desqualificar um ou alguns dos argumentos do oponente e depois, sem nenhuma comprovação, generalizar dizendo que ele está errado em tudo.

Parece ter sido o que aconteceu aí. De fato, só falaram que os jornalistas desmentiram a si mesmos depois (de novo: por quê?) e que os números de publicidade foram manipulados (foram mesmo). Mas não falaram sobre a matéria do déficit zero no mesmo dia da reportagem, sobre as notícias positivas que estão sempre com o nome e a foto do governador, enquanto as negativas são sempre atribuídas a servidores e órgãos públicos, sobre os depoimentos de vários jornalistas sobre a censura.

E colocam que a notícia saiu no site do PT, demorando um tempinho no símbolo do PT, pra ficar bem gravado e achar que, pelo fato de ter sido divulgado em um site de partido de oposição é justificativa para desqualificar... tem que sair em algum lugar mesmo, já que nos jornais oficiais do estado nunca vai sair nada.

Suspeito, muito suspeito. De tudo isso, fica uma coisa altamente positiva: a Internet tem o poder de furar a censura. Só o fato de o governo ter tido o trabalho de fazer vídeos tentando desmentir os 'da oposição' já é uma grande vitória, e nos dá esperança de democracia de verdade aqui em Minas.

13.5.07

Imprensazinha ordinária - olho em Minas também!

Este fato é tão vergonhoso que tive que copiar-colar o post inteiro, enviado por Inácio França para o Blog do Noblat.

A imprensa brasileira, que se une e protesta quando alguém reclama que ela é parcial, dizendo que isso é um absurdo, que isso não existe, apesar de todas as evidências, se cala quando acontecem coisas como essa. Quando pessoas ligadas ao PT são suspeitas de alguma coisa, a imprensa já noticia "petista é preso blablabla". Se a pessoa é ligada a um dos partidos donos da mídia, como PFL e PSDB, quando sai na imprensa, sai sem a associação da figura ao partido, algo como "advogado é preso blablabla".

Costumo dizer aos meus alunos, ao alertá-los para os e-mails que prometem prêmios, bastando a pessoa reenviá-los para dezenas de outras, que não existe nada de graça na Internet, e que nenhuma notícia sai só na Internet, que a imprensa cumpre seu papel, e que, se a notícia é verdadeira, vai sair também nos jornais, rádio e TV. Ao ler a notícia abaixo, eu fico com a impressão de que estou falando bobagem...

Os mais atentos notarão a semelhança entre o que se fez em Pernambuco e o que se faz aqui em Minas, por Aécio 'Chuck Norris' Neves.

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O dia em que a mídia censurou os leitores

O empresário Marcelo Tavares de Melo, genro do poderoso João Carlos Paes Mendonça, casado com sua única filha, foi acordado de manhã cedo pela Polícia Federal. O porteiro do prédio na sofisticada avenida beira-mar de Boa Viagem deve ter custado a acreditar no que presenciava: os hômi, de jaleco preto e letras amarelas, levando o dotô! Paes Mendonça, donos dos maiores shoppings-center de Pernambuco, dono do Jornal do Commércio, dono de uma Tv que retransmite o SBT, dono de rádios.

Antes das 9h, praticamente toda a Imprensa pernambucana já sabia da prisão do empresário e de quase toda a diretoria do grupo Tavares de Melo, acusados de formar cartel para padronizar o preço da gasolina e de praticar dumping. Os sites dos três jornais continuavam mantendo seus leitores na santa ignorância, as rádios continuavam mudas. É verdade que a CBN, em seu noticiário nacional, noticiou. Na programação local, cuja franquia está nas mãos de Paes Mendonça, silêncio absoluto.

Foi aí que começou a acontecer algo curioso: os leitores mais bem informados começaram a fazer comentários nos blogs hospedados nos portais dos jornais pernambucanos. Mesmo antes das prisões serem noticiadas pelo NE TV e por um blog independente, Acerto de Contas (temporariamente hospedado no portal do JC, mas com as horas contadas), os leitores cobravam informações dos veículos de comunicação. Algo inesperado, impensável para os jornalistas do grupo: leitores cobrando uma posição dos jornalistas. Logo de jornalistas, profissionais acostumados a, em nome de seus patrões, representar o papel de fiscais e palmatória do mundo.

Foi um deus nos acuda. Os blogueiros passaram horas deletando comentários. No portal JC Online, houve uma súbita mudança nas regras para os comentários das notícias: antes liberados, passaram a depender da aprovação de um mediador. Curiosamente, o mesmo aconteceu nos blogs e sites mantidos pelas empresas concorrentes. Foi assim no blog da Folha (da Folha de Pernambuco), também no Pernambuco.com, do Diário de Pernambuco. Um caso raro de leitores censurados pela mídia.

O episódio é bastante interessante e pode ilustrar a dificuldade que os donos dos meios de comunicação tradicionais (e os jornalistas a seu serviço) têm para lidar com o fato de que, as novíssimas tecnologias, tornaram o processo de comunicação multicêntrico, descentralizado e, o melhor, um pouco mais democrático. No episódio mencionado, durante várias horas, tentou-se impedir o estouro da barragem, vazando água por diversas fissuras, usando pequenas rolhas de cortiça. A custo da credibilidade, no caso das empresas. A custo de algo que poderíamos chamar de dignidade profissional, no caso dos jornalistas.

Só no meio da noite, às 20h14min, um dos blogs assinados por um jornalista do JC publicou a informação da prisão dos empresários. Marcelo Tavares de Melo, o genro do patrão, foi apresentado como o sócio da distribuidora de combustível Ello-Puma. Cinco minutos depois, nova postagem: desta vez, anunciando que o advogado dos empresários considerava a prisão arbitrária e desnecessária.

Foi impossível não lembrar da cobertura dos episódios envolvendo os petistas em 2005 e 2006, todos julgados e condenados durante os telejornais antes mesmo do fim dos depoimentos. Não seria o caso de tratar a todos com os mesmos pesos e medidas?

Também vale ressaltar para um fato interessante, que diz respeito aos que se interessam pelo modo como os acontecimentos viram notícia: durante todo o dia, vários repórteres telefonaram para os editores do blog Acerto de Contas (de quem não tenho autorização, mas sou amigo pessoal), sugerindo que fossem mais "cuidadosos" e avisando que eles iriam perder o direito à hospedagem. Será que em Pernambuco a honestidade profissional de um repórter custa o equivalente a hospedagem em um provedor de Internet?

3.4.07

Minas começa a se mexer?

Parece que a máscara do nosso governador virtual tem alguma chance de cair... já começamos a perceber algumas iniciativas, muito tímidas ainda, de tentar reestabelecer a liberdade que ele nos tomou, ao silenciar os órgãos de imprensa e nos massacrar com propaganda, como já fizeram os nazistas.

Conheci semana passada um novo jornal em Minas, apropriadamente chamado de "novojornal.com.br". Tomei o cuidado de checar no Registro.br a quem pertencia o domínio, pra ver se não era um sitezinho de fundo de quintal que visasse apenas tumultuar. O domínio está registrado pela empresa "Nova Opção Ltda.", CNPJ "086.476.181/0001-42", cujo responsável é Marco Aurélio Carone (parece-me que é um candidato derrotado nas últimas eleições, e seu sobrenome me lembra políticos antigos de BH). Consultei também na Receita Federal,.e este CNPJ pertence mesmo a esta empresa, cuja finalidade é edição de jornais e revistas. Enfim, parece saudável.

Vale a pena acessar. Lá temos, desde notícias sobre o valerioduto, que começou na campanha de Eduardo Azeredo, mas ninguém mais falou no assunto, até a recente denúncia de que erros no projeto, pressa na construção e material inadequado ameaçam a segurança do usuário da famosa-obra-chuck-norris-revolucionária Linha Verde (leia aqui).

Neste site, e sobre este assunto, o professor e deputado estadual Sávio Souza Cruz escreveu:

"Mais poderosa que a dos canhões da ditadura revela-se, pois, a censura dissimulada do marketing. E tão danosos já são seus efeitos que já há quem publicamente se admita saudoso não apenas da opinião divergente, que é esclarecedora, mas até da charge, da caricatura, da ironia, da ácida mordacidade própria de uma imprensa e de um povo que admitem a análise e encorajam o debate.

Que Estado é este onde prepondera a unanimidade? Que inteligência é esta que se anula diante do sim? Urge que restauremos em Minas a plena informação e, junto dela, o lugar para a expressão da voz discordante."